São seis da tarde e o ceú já escureceu,aqui perto de mim.
Ao longe,no horizonte ele persiste em manter a côr do dia
até ao infínito.
Enquanto que aqui está totalmente negro,ao longe vê-se
espaços azuis de várias tonalidades com um misto de
amarelo clarinho que vai-se escurecendo até ficar côr de
laranja,no poente.
O pássaro que ainda hà pouco chilreava,calou-se.
Ao fundo da rua está um cão a ladrar,o som chega ate aqui
já desmaiado.
Eu sinto-me dividida entre o bem estar de estar só sem me
sentir e a ânsia de mexer-me e resolver a vida que deixei
parada com medo de a resolver.
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